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Direção de Ensino

O PROJETO DE INTERVENÇÃO PARA APRIMORAMENTO DA INTELIGÊNCIA (PI-PAI)

 

Para dar suporte aos alunos e acolhê-los no Centro de Ciências Tecnológicas em Joinville na UDESC, a Direção de Ensino de Graduação (DEG) está organizando um projeto de ensino que será válido como atividade complementar e permitirá ensinar inteligência aos alunos, explorando o potencial latente em cada um dos participantes, com técnicas largamente usadas e comprovadas em mais de 40 países visando o enriquecimento cognitivo de jovens adultos.

Para os alunos, essas atividades formam o PROJETO DE INTERVENÇÃO PARA APRIMORAMENTO DA INTELIGÊNCIA (pi-PAI), sendo aplicado pelo seu coordenador e diretor da DEG, professor Paterno.

  • O que é:  As ações do projeto envolverão sessões semanais, duas vezes por semana, de atividades fora de horário de aula em ambiente tranquilo e em grupos de doze alunos, demonstrando-se a aplicação das atividades envolvendo a interação, principalmente verbal e também escrita, do aluno com o grupo e mediador, que usará dos princípios da teoria da experiência da aprendizagem mediada[1,2,3]e de instrumentos que permitirão desenvolver a cognição, ou, simplesmente, permitirão o ensino da inteligência[4].  

Essa perspectiva é baseada em uma visão dinâmica da inteligência nos alunos, ou seja, não se acredita aqui que todos terão o mesmo desempenho intelectual a vida toda, sendo assim, o aprimoramento da performance para aprendizagem poderá ser maximizado com metodologias específicas, explorando-se o potencial cognitivo ainda desconhecido do aluno. Ou seja, você pode ultrapassar limites de desempenho cognitivo, e, portanto, também o desempenho acadêmico, ao fortalecer a infraestrutura mental para isso ao se usar este programa.
Não se ensinarão diretamente conteúdos dos cursos no pi-PAI, nem serão propostas atividades ou tarefas fora do período das sessões. Como o mediador que irá aplicar o programa é professor na universidade com extensa experiência em cursos tecnológicos, os conteúdos das disciplinas na UDESC serão usados como matéria prima de atividades a serem debatidas pelos estudantes e mediadas pelo professor.

  • Dos benefícios: resultados da participação regular no curso se resumem no desenvolvimento da inteligência do aluno de uma forma sistemática, principalmente sabendo que, se estão na universidade, já podem ser considerados sujeitos de alto desempenho cognitivo. Tal como atleta que desenvolve seus músculos para atividades esportivas, os resultados do programa poderão ser percebidos após poucos meses de participação e engajamento nas atividades, sendo evidenciado pelo que se chama micro-mudanças no comportamento na vida do aluno de uma forma geral e, consequentemente, em seu desempenho acadêmico.
  • Para quem é o programa: para qualquer aluno da UDESC com a previsão de ainda ter pelo menos 2 anos na UDESC. Historicamente, o programa foi inicialmente desenvolvido para correções de funções cognitivas (usadas no pensamento) para jovens que emigrariam para Israel após a fundação do estado judeu. Após o desenvolvimento de instrumentos de intervenção, o programa é utilizado para todas as idades e níveis de desempenho, muitas vezes para aprimorar a cognição de sujeitos com alto desempenho e percebem a necessidade de melhorar algum comportamento, ou alunos com dificuldades cognitivas.

° É um instrumento democrático e, para se ter sucesso nos resultados, inclusive o professor que aplicar o método precisa utilizar a metodologia em si mesmo.

 

  • Como eu participo: Entre em contato com a Direção de Ensino pelo e-mail deg.cct@udesc.br. Inscrições disponíveis na aba de formulário até 31/03/2017!

Referencias bibliográficas:
[1] Feuerstein, R., Rand, Y., Hoffman, M., Miller, R. (1980) Instrumental Enrichment: An intervention Program for Cognitive Modifiability. Baltimore, MD.: University Park Press.
[2] Feuerstein, R., Feuerstein, R. S., Falik, L. H., (2010) Beyond Smarter: Mediated Learning and the Brain's Capacity for Change: NY, Teachers College Press.
[3] Feuerstein, R., Klein, P., Tannenbaum, A. (1994), Mediated Learning Experience (MLE): Theoretical, Psychosocial and Learning Implications, Telaviv: Freund Publishing House Ltd.
[4] Sternberg, R. (1984). How can we teach intelligence? Educational Leadership (September) 38–47.
 

 

 
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